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domingo, 8 de janeiro de 2023

8 de Janeiro -14º Aniversário da Fundação da AFMRN-Associação Feiras e Mercados da Região Norte

 

Caríssimos Associados!

Este dia de festa é essencialmente nosso. 

Já são 14 anos de luta e perseverança na defesa dos interesses dos nossos Associados-Feirantes e Mercadores- sobretudo em momentos difíceis, recentemente com as restrições impostas pelo Covid e agora e nos próximos meses que se avizinham com a escalada de preços, as actualizações de taxas pelos Municípios e todas as dificuldades associadas à atual situação económico financeira do nosso país.

Não desistimos, não baixamos os braços. 

Seguiremos juntos para a manutenção desta atividade, desta profissão, deste pedaço de história e da grande esperança no futuro!

P´Direcção

Fernando Sá

sábado, 8 de janeiro de 2022

13º ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DA AFMRN


 08 Janeiro 2009 | 08 Janeiro 2022 | 13º Aniversário

Parabéns à AFMRN- Associação de Feiras e Mercados da Região!

Parabéns por mais um ano de lutas incessantes pelos nossos associados. São já 13 anos, e que duros têm sido, sobretudo estes dois últimos debaixo de dificuldades quase diárias provocadas pelo Covid-19.

Em dia de festa não podemos deixar de agradecer a todos os que acreditam e lutam ao nosso lado, dia após dia, ano após ano.

Queremos também agradecer a todos os nossos associados por confiarem em nós e no nosso trabalho.

Aos demais, àqueles que continuam à sombra do que a AFMRN, os seus dirigentes e os seus associados fazem, do esforço que empreendem, da dedicação desmedida, lamentamos não fazerem ainda parte desta maravilhosa equipa cujo objectivo é essencialmente um: Melhorar e dignificar a vida dos feirantes e dos comerciantes deste nosso Norte. Venham!

P´Direcção,

Fernando Sá

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Singela homenagem da AFMRN pelo centenário do nascimento da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen


Quando se assinala o centenário do nascimento da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen, fica uma singela homenagem da AFMRN, através da transcrição do escrito exposto nas paredes de um dos nossos Mercados Municipais, no caso, no de Lagos. Um exemplo vivo dos Mercados como veículo, também, de Cultura, muito bem e para além da Cultura do Comércio.
“(…) vai pelas pequenas ruas estreitas, direitas e brancas, até encontrares em frente do mar uma grande praça quadrada e clara que tem no centro uma estátua. Segue entre as casas e o mar até ao mercado que fica depois de uma alta parede amarela. Aí deves parar e olhar um instante para o largo pois ali o visível se vê até ao fim. E olha bem o branco, o puro branco, o branco de cal onde a luz cai a direito. Também ali entre a cidade e a água não encontrarás nenhuma sombra. Entra no mercado e vira à tua direita e ao terceiro homem que encontrares em frente ao da terceira banca de pedra compra peixes.(…)”
Sophia de Mello Breyner Andresen





quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A REFUNDAÇÃO DOS MERCADOS … MUNICIPAIS?

Por: João Barreta


Quando tão insistentemente se reforça a ideia da importância de dar maior atenção à agricultura por, finalmente, terem percebido que é pouco prudente depender em demasia da produção alheia, e às diversas potencialidades que o mar tem, ainda, por explorar, do qual a pesca é “apenas” uma parcela, renascerá a esperança, para alguns considerada perdida, de que uma nova visão possa surgir para “trabalhar” o único equipamento/formato comercial que tão bem, e de forma tão peculiar, pode contribuir para a promoção/comercialização dos produtos da terra e do mar. Mais, encarando-se, agora, também a hipótese de se “estudar” uma melhor articulação das relações entre a produção e a distribuição, só a poderemos vislumbrar como uma oportunidade a explorar para (e por) esse mesmo equipamento/formato comercial.

Articular de uma forma sã, a distribuição/comércio dos produtos da nossa agricultura e das nossas pescas, conjugando-o com a vertente cultural e patrimonial, não descurando o sector do turismo, encontrará nos Mercados Municipais um veículo, altamente, privilegiado para o efeito, não descurando, igualmente, o inestimável contributo como efetivo elemento âncora em projetos de regeneração urbana do centro das cidades.

Bem sabemos que o tema do Comércio tem andado um pouco (!) arredio da discussão política, seja da Administração Central, seja da Administração Local, mas talvez seja chegado o momento de aproveitar a(s) oportunidade(s) e trazer para a agenda dos nossos governantes, políticos e técnicos, o tema do Comércio, em geral, e dos Mercados Municipais, muito em particular.

Não que tenha dos Mercados uma versão pretensiosamente poética, mas os Mercados são os … Mercados. São do seu tempo, e o seu tempo é aquele em que vivem ou sobrevivem. O erro, se é que de tal se trata, não está na sua essência, pois essa é a sua verdadeira riqueza, mas sim na forma como são olhados, ou não, por quem deles devia ter, no mínimo, uma visão de presente e, principalmente, de futuro.

Não serão “(Hiper)Mercearias”, nem “(Mini)Hipermercados”. Tão pouco, “(Micro)Centros Comerciais” ou “(Nano)Retail Centers”. Muito menos, serão meras Feiras com paredes e telhado. Mas, não sendo nada disto, poderiam, talvez, ser um pouco de tudo isso!

Em Portugal, abordar a problemática dos Mercados é, ainda, desafortunadamente, partir de um conjunto de preconceitos que fazem vincar a ideia de um passado esquecido, pouco moderno, pobre, folclórico, popularucho e tradicionalista. Mesmo aqueles que, aparentemente querem discutir o assunto, não vão muito além do problema dos horários de funcionamento, do estacionamento e outros tópicos que, aliás, se discutem há décadas, sem que nada de relevante depois se faça.

Curioso, e revelador, por exemplo, será o facto de na grande maioria das nossas Autarquias o detentor do pelouro dos ditos Mercados, e das Atividades Económicas, em geral, coincidir com … o dos Cemitérios. Não sei que relação os nossos políticos (supostos gestores) verão nisto, mas … é assim!

Agora que se aproximam eleições autárquicas, talvez possamos estar mais atentos à relevância do tema, exigindo, por exemplo, saber qual o plano de atuação/intervenção que nos propõem para os Mercados, ou quem irá ser o “candidato ao pelouro” das Atividades Económicas, ou, ainda, qual a “nova” orgânica dos Serviços e qual o enquadramento das atribuições/competências relativas à área na dita orgânica, etc…, etc….


Sabe-se que pelo menos as visitas aos Mercados estarão garantidas, competindo então a quem neles trabalha e de quem deles depende querer saber o que pensam os futuros autarcas responsáveis dos “seus” Mercados e que ideias concretas e planos efetivos defendem para os mesmos.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Posição da AFMRN relativo à Petição "Salvar os Pavilhões do Mercado do Bolhão no Porto"!

COMUNICADO ENVIADO VIA EMAIL À IMPRENSA A 08-08-2015
Posição da AFMRN relativo à Petição "Salvar os Pavilhões do Mercado do Bolhão no Porto"!
Comunicado de imprensa
A AFMRN-Associação de Feiras e Mercados da Região Norte, não ficou indiferente à Petição e apoia esta iniciativa que está a circular na Internet, assim como, se comprometeu a divulgar esta importante e pertinente iniciativa, sobre o tema "Salvar os Pavilhões do Mercado do Bolhão no Porto"!
A Associação Feiras e Mercados felicitou os seus Autores, reforçando a importante acção... na defesa do Património, neste caso - "Salvar os Pavilhões do Mercado do Bolhão no Porto"!
Também lembrou:
"Que esta Associação Feiras e Mercados da Região Norte, tem estado sempre presente na defesa das actividades económicas de base e, consequentemente, na defesa dos espaços de Mercados e Feiras, modernos ou antigos".
Considera que:
"A destruição de qualquer espaço é sempre um acto indigno e injustificável, muito mais, quando ele representa a memória, material e imaterial, neste caso de uma Cidade como a do Porto, preenchida de história e de costumes!
Os "Pavilhões", (que os Mercadores designam por "Barracas") juntamente com os restantes espaços físicos no interior e no exterior, deram abrigo a mais de 440 Comerciantes.
No ano de 2005 até 2008 a saída foi vertiginosa, incompreensível!!!
Hoje, pouco mais 70 Comerciantes continuam guardar o seu espaço (que também é nosso) e a memória colectiva da Cidade do Porto.
São, permanentemente confrontados com ofertas indignas daqueles (como dizia o Maestro Pedro Osório em 2008 na Sociedade Portuguesa de Autores) , que se esperava actos dignos e de defesa da ética e dos valores humanos, daqueles que têm cargos públicos."
Relembra:
"A Associação de Feiras em 2007, incorporou O "Movimento Estudantil" da Cidade do Porto, espontâneo do qual fazia parte também o Autor do Projecto para a Reabilitação do Mercado, o Arquitecto Joaquim Massena, hoje, desde 2009 é nosso Consultor AFMRN, e que foram indispensáveis na acção para que o Mercado do Bolhão não fosse demolido.
Aliás:
"Dito por ele, o Arquitecto Joaquim Massena e nunca contestado por ninguém, mantinha as "Barracas", os 440 Comerciantes e o Mercado não fechava nem deixaria de ter actividade Comercial, constituindo-se como uma "Festa" e não como um "Drama" como hoje está acontecer.
Depois:
Incompreensivelmente, surgiu o "Protocolo entre a Câmara do Porto e o então IPPAR", depois o "Zig Zag" e, até aos nosso dias cenas que mereciam ser dignas e de defesa de quem compra, de quem vende e de quem produz e, não de interesses mesquinhos, que levaram:
1) Ao desaparecimento de mais de 370 Comerciantes;
2) Que o custo da Obra era de 12,5 milhões e, agora... ronda o dobro 25 milhões euros;
3) É do conhecimento público, que os orçamentos da Câmara do Porto, sempre são acrescidos de valores para estudos e projectos que hoje, ao que se sabe, ronda mais de 5 milhões euros;
4) Que a obra se eternizou, devido a uma incompreensível opção, quando deveria ter sido já incluída e ter iniciado aquando do evento "Porto 2001";
Pergunta, para quê?
"Continuar a fazer mais do mesmo, gastar-se desnecessariamente as verbas públicas, a criar-se e recriar-se conflitos, ferirem-se Pessoas com actos indignos - materiais e humanos!
Espera:
"Em breve ver o Mercado do Bolhão a ser Reabilitado e que os Mercadores possam retomar a sua actividade e, a Cidade do Porto,
seja reposta a ordem e definitivamente sarado o diferendo da própria Câmara que, depois do Dr. Fernando Gomes, nunca mais se entendeu;
A Cidade do Porto regenere o Carácter Forte e Solidária!
Atentamente,
Presidente-Fernando Sá
AFMRN-Associação Feiras e Mercados da Região Norte
E-mail:afmrnorte@gmail.com,
http://www.afmrn.blogspot.com/
https://www.facebook.com/AfmrnAssociacaoFeirasEMercadosDaRe…
Telefones:910 496 225 - 223 209 711
Rua Gonçalo Cristovão,301-2º Frt.
4000-270 Porto

sexta-feira, 6 de junho de 2014

CINFÃES:Feira Quinzenal realiza-se no feriado 10 de junho

Informação da C.M.de Cinfães


Feira Quinzenal realiza-se no dia 10 de junho
Apesar de ser feriado, a feira quinzenal de Cinfães, a pedido dos feirantes e com a autorização da Câmara Municipal vai realizar-se no dia 10 de junho e não no dia 9 como era habitual. O circuito dos transportes públicos estará assegurado à semelhança do que acontece nos outros dias úteis da semana.Para consultar o aviso clique AQUI

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

CELEBRAÇÃO DO 5º ANIVERSÁRIO

Caríssimos associados

Hoje é mais um dia de festa. É o dia em que esta Associação celebra cinco anos da sua curta mas rica existência.

É mais um dia em que nos perguntamos: o porquê desta existência?

Porque é uma das profissões mais antigas do mundo.

Porque os feirantes e mercadores são uma classe de trabalhadores nem sempre escutada.

Porque as feiras e os mercados são parte integrante da cultura de um povo.

Porque as feiras e os mercados são a origem de muitas cidades.

Porque as feiras e os mercados são tradição. São história.

Porque são o presente.São o futuro.

Mas este futuro precisa de estrutura, precisa de organização, precisa do Associativismo, precisa da AFMRN- Associação de Feiras e Mercados da Região Norte.

Cremos pois, que temos de dar os parabéns à N/ associação, dar os parabéns aos feirantes, aos comerciantes, aos mercadores, aos artesãos, mas sobretudo aos N/ associados que são a N/razão de existir. Somos por vocês e para vocês.

Parabéns e para todos um Bom Ano de 2014.



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Notícias de Fafe"Estamos a ser descriminados"

A AFMRN  informa que em Outubro de 2010 realizou um abaixo-assinado na feira de Fafe pelos Feirantes e Consumidores da feira,e também por alguns Comerciantes locais, onde demontraram na grande maioria a vontade que as feiras quando coincidentes com  feriados as mesmas se realizem no dia habitual (quartas-feiras).Com isto vimos contrariar as declarações da AE local.

Lamentámos a atitude da AEFCC que em vez de se colocar ao lado dos mais pequenos,(Feirantes e Comerciantes ) para em conjunto lutarmos contra os grandes grupos económicos que nesta conjuntura só pode ser com trabalho!,mas não, lutam contra os mais pequenos!



segunda-feira, 30 de julho de 2012

João Barreta:Mercados Municipais em Portugal: Cenários Prováveis para 2030


A AFMRN divulga trabalho de João Barreta sobre Mercados Municipais em Portugal





Mercados Municipais em Portugal: Cenários Prováveis para 2030


Ultrapassando três centenas, os Mercados Municipais, em Portugal, enquanto equipamentos do sector do comércio a retalho, têm vindo a perder, nas últimas décadas, o protagonismo e a importância que detinham no que se refere ao abastecimento das
populações locais.
As evoluções verificadas, tanto a nível da oferta comercial, com o aparecimento de novos formatos dotados de outros argumentos, bem como as mudanças de comportamento e hábitos de compra e as preferências dos consumidores aliadas às necessidades e prioridades da sociedade atual, são fatores marcantes do presente (e, decerto, do futuro) dos Mercados no panorama do sector da distribuição.
As dinâmicas territoriais serão, acima de tudo, o corolário das dinâmicas evidenciadas pelos respetivos atores, sendo que pelo enquadramento que os Mercados Municipais detêm nos espaços urbanos em que se inserem, tratar-se-á de um equipamento com
múltiplas potencialidades, algumas desconhecidas, muitas ignoradas e tantas outras, ainda, por explorar.
Os diagnósticos já efetuados, mais ou menos aprofundados, mais ou menos fundamentados, mais ou menos atualizados, permitem evidenciar uma situação de referência que se consubstancia num enorme desafio, o qual poderá ser superado, ou não, de acordo com o “investimento” que efetivamente se pretenda levar a efeito. Traçar cenários para aquilo que poderão ser os Mercados (Municipais?) em 2030, mais do que um exercício de prospetiva, constitui uma via conducente à sensibilização e alerta dos diversos atores envolvidos no “problema”, sendo que o que importa enaltecer é o papel e a(s) responsabilidade(s) que cada um – Administração (Central e Local),
Estruturas Associativas, Operadores / Comerciantes e (…) outros, irá protagonizar em qualquer um dos cenários (e suas derivações) delineados.
Neste contexto, identificadas algumas das funções, porventura, menos percetíveis dos Mercados (fomentam economias de escala, regulam (localmente) a concorrência e os preços, geram efeitos positivos no espaço envolvente, funcionam como plataforma de
distribuição do produto local, entre outras), não descurando uma análise SWOT que, fácil e rapidamente, é suscetível de reunir largo consenso, importará levantar um conjunto de questões, tidas como mais pertinentes, e cuja discussão e reflexão conjunta, por parte dos
atores envolvidos e/ou a envolver, ajudará a desenhar e fundamentar os cenários prováveis.
Num primeiro nível, poder-se-ão colocar questões como sejam, por exemplo: Será que a extinção dos Mercados poria em causa o abastecimento das populações locais?; Haverá mercado para os Mercados?; Conhecerão os seus clientes e respetivas necessidades?;
Serão um formato comercial sustentável?; Terão as Câmaras Municipais vocação para gerir “Comércio”?; Deverão os Mercados permanecer Municipais?. Num outro nível, poder-se-ão colocar outras questões (ou hipóteses de trabalho), para
perspetivar futuros possíveis, como sejam, por exemplo: Devem ser encarados como espaços relacionais e “estruturadores” de bairros, vilas e cidades?; Devem ser transformados no expoente máximo da “qualidade de vida”, por via da aceitação da sua credibilidade como principal meio de abastecimento saudável de produtos frescos?; Constituí-los como loja-âncora do centro das cidade?; Privilegiá-los como “veículo” de divulgação e envolvimento ativo das populações locais, em temas emergentes relacionados com “saúde pública urbana” (segurança alimentar, ambiente e desenvolvimento sustentável, assistência e apoio social, pobreza e exclusão social,
comércio justo, comércio étnico, etc…)?
Da reflexão resultante das vastas “possibilidades” que as questões colocadas sugerem, bem como daquilo que tem sido e que se conhece do pensamento dominante por parte dos vários atores, resulta uma síntese de ideias, conceitos, pensamentos e/ou meras opiniões, mas que se afiguram determinantes como elementos-chave cruciais para o pretendido exercício de cenarização.
Cumulativamente, e ponderando itens tidos como mais evidentes em dois eixos fundamentais – Urbanismo/Cidade e Atividade Económica/Comércio, a saber, vivência no espaço urbano; e turismo, cultura e património, no primeiro; e economia local; e
socialização, no segundo, obtêm-se os distintos “caminhos” ou posicionamentos de possíveis futuros para aquilo que poderão ser os Mercados, assim o determine a ação (aqui no sentido de “investimento”) dos atores implicados.
Em síntese, os cenários possíveis para os Mercados, para o horizonte temporal de 2030, serão:
• Cenário 1 – Investir Desistindo (“Não os Matem, que Eles Morrem”)
• Cenário 2 – Investir Desinvestindo (“Vão-se os Anéis, Ficam os Dedos”)
• Cenário 3 - Investir Coexistindo (“Se Não os Vences, Junta-te a Eles”)
• Cenário 4 – Investir Investindo (“(…) Via Barcelona”)
Comum a todos os cenários surge o termo “investir”, no sentido de tentar contribuir para uma melhor sensibilização dos atores para a ação, seja pela mera inação (Cenário1), seja pela simples manutenção do status quo (Cenário 2), seja pela crescente interiorização das dinâmicas atuais e emergentes do setor do Comércio (Cenário 3), seja, por último, pela indispensável consciencialização de que também nos Mercados, para acautelar o seu futuro, é crucial investir em inovação e empreendedorismo.
Por fim, e apesar da evidência de que não haverá cenários ideais, mas apenas caminhos a seguir consoante a(s) realidades(s) patenteada(s) por cada Mercado, propõe-se uma ferramenta metodológica com vista à definição de alvos prioritários de ação, a partir da
identificação das áreas (oportunidades) que interessará reforçar de imediato, aprofundar ou explorar, de acordo com pontos fortes detidos e, previamente, identificáveis. Apesar dos valores, usos e tradições que consigo arrastam, os Mercados com fortes raízes no Passado, são Comércio do Presente, com clara vocação de Futuro, assim se queiram pensar, trabalhar e, acima de tudo, neles “investir”!

Mercados Municipais em Portugal Cenários para 2030 Versão Completa