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quinta-feira, 22 de novembro de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
terça-feira, 27 de março de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
9º Aniversário da AFMRN
Caros/as associados/as,
Caros membros dos orgãos sociais,
Esta mensagem é para vós!
Aos associados agradecemos a
confiança depositada ao longo destes 9 anos, pedimos que continuem a confiar e
a acreditar que apesar de todas as dificuldades é possível fazer mais e melhor
pelas feiras, pelos mercados, pelos feirantes.
Não é fácil, nunca foi, tememos
que ainda venham a surgir mais e maiores dificuldades. Desengane-se quem pensa
que o pior já lá vai...não vai não! Ainda está por vir. O sector das feiras
continua a ser o parente pobre do comércio tradicional, que muito gostam de
visitar e prometer em época de campanhas eleitorais, mas que logo cai no
esquecimento, terminado o périplo eleitoral!
Temos muitos desafios pela
frente, não vamos baixar os braços, vamos dar luta como até aqui temos dado.
Graças a essa luta já são muitas as vitórias...continuaremos a lutar, sempre!
Aos membros dos órgãos sociais e
demais apoiantes, designadamente conselheiros desta Associação, queremos
agradecer mais do que nunca o apoio, a dedicação, o empenho.
Que nunca nos faltem as forças!!!
Venham mais 9! Parabéns à AFMRN!
08 de Janeiro de 2018
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
A REFUNDAÇÃO DOS MERCADOS … MUNICIPAIS?
Por: João Barreta
Quando tão insistentemente se
reforça a ideia da importância de dar maior atenção à agricultura por,
finalmente, terem percebido que é pouco prudente depender em demasia da
produção alheia, e às diversas potencialidades que o mar tem, ainda, por
explorar, do qual a pesca é “apenas” uma parcela, renascerá a esperança, para
alguns considerada perdida, de que uma nova visão possa surgir para “trabalhar”
o único equipamento/formato comercial
que tão bem, e de forma tão peculiar, pode contribuir para a promoção/comercialização dos produtos da
terra e do mar. Mais, encarando-se, agora, também a hipótese de se
“estudar” uma melhor articulação das relações
entre a produção e a distribuição, só a poderemos vislumbrar como uma
oportunidade a explorar para (e por) esse mesmo equipamento/formato comercial.
Articular de uma forma sã, a
distribuição/comércio dos produtos da nossa agricultura e das nossas pescas, conjugando-o
com a vertente cultural e patrimonial, não descurando o sector do turismo, encontrará
nos Mercados Municipais um veículo,
altamente, privilegiado para o efeito, não descurando, igualmente, o
inestimável contributo como efetivo elemento âncora em projetos de regeneração
urbana do centro das cidades.
Bem sabemos que o tema do Comércio tem andado um pouco (!)
arredio da discussão política, seja da Administração
Central, seja da Administração Local, mas talvez seja chegado o
momento de aproveitar a(s) oportunidade(s) e trazer para a agenda dos nossos
governantes, políticos e técnicos, o tema do Comércio, em geral, e dos Mercados
Municipais, muito em particular.
Não
que tenha dos Mercados uma versão pretensiosamente poética, mas os Mercados são
os … Mercados. São do seu tempo, e o seu tempo é aquele em que vivem ou
sobrevivem. O erro, se é que de tal se trata, não está na sua essência, pois
essa é a sua verdadeira riqueza, mas sim na forma como são olhados, ou não, por
quem deles devia ter, no mínimo, uma visão de presente e, principalmente, de
futuro.
Não serão “(Hiper)Mercearias”, nem “(Mini)Hipermercados”. Tão pouco, “(Micro)Centros Comerciais” ou “(Nano)Retail Centers”. Muito menos,
serão meras Feiras com paredes e telhado. Mas, não sendo nada disto, poderiam,
talvez, ser um pouco de tudo isso!
Em Portugal, abordar a
problemática dos Mercados é, ainda, desafortunadamente, partir de um conjunto
de preconceitos que fazem vincar a ideia de um passado esquecido, pouco
moderno, pobre, folclórico, popularucho e tradicionalista. Mesmo aqueles que,
aparentemente querem discutir o assunto, não vão muito além do problema dos
horários de funcionamento, do estacionamento e outros tópicos que, aliás, se
discutem há décadas, sem que nada de relevante depois se faça.
Curioso, e revelador, por
exemplo, será o facto de na grande maioria das nossas Autarquias o detentor do
pelouro dos ditos Mercados, e das Atividades Económicas, em geral, coincidir
com … o dos Cemitérios. Não sei que relação os nossos políticos (supostos gestores)
verão nisto, mas … é assim!
Agora que se aproximam
eleições autárquicas, talvez possamos estar mais atentos à relevância do tema,
exigindo, por exemplo, saber qual o plano de atuação/intervenção que nos
propõem para os Mercados, ou quem irá ser o “candidato ao pelouro” das
Atividades Económicas, ou, ainda, qual a “nova” orgânica dos Serviços e qual o
enquadramento das atribuições/competências relativas à área na dita orgânica,
etc…, etc….
Sabe-se que pelo menos as
visitas aos Mercados estarão garantidas, competindo então a quem neles trabalha
e de quem deles depende querer saber o que pensam os futuros autarcas
responsáveis dos “seus” Mercados e que ideias concretas e planos efetivos
defendem para os mesmos.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
domingo, 8 de janeiro de 2017
8º ANIVERSÁRIO - O8 DE JANEIRO DE 2017
Caríssimos (as) Associados(as)
Hoje é o dia em que a AFMRN-Associação Feiras e Mercados da Região
Norte, celebra 8 ANOS da
sua curta mas rica existência.
É mais um dia em que nos perguntamos: o
porquê desta existência?
Porque é uma das profissões mais antigas
do mundo.
Porque os Feirantes e Mercadores são uma
classe de trabalhadores nem sempre escutada.
Porque as Feiras e os Mercados são parte
integrante da cultura de um Povo.
Porque as Feiras e os Mercados são a
origem de muitas Cidades.
Porque as Feiras e os Mercados são
tradição. São história.
Porque são o presente. São o futuro.
Mas este futuro precisa de Estrutura,
precisa de Organização, precisa do Associativismo, precisa da AFMRN-
Associação de Feiras e Mercados da Região Norte.
Cremos pois, que temos de dar os
parabéns à N/ Associação, dar os parabéns aos Feirantes, aos Comerciantes, aos
Mercadores, aos Artesãos e Colaboradores, mas sobretudo aos N/ Associados e seus Dirigentes que são a N/razão de existir. Somos
por vocês e para vocês.
P´DIRECÇÃO,
PRESIDENTE- FERNANDO SÁ
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
O NOVO MERCADO DOS MERCADOS
O
NOVO MERCADO DOS MERCADOS
Por JOÃO
BARRETA
Seja como equipamento municipal, numa primeira
fase ... mais ... "retrospetiva", seja como formato
comercial, numa segunda fase ... mais ... "prospetiva", os
denominados Mercados Municipais pouco têm sido "abordados" ao longo
das últimas décadas (com algumas exceções, honra lhes seja feita!).
A tendência atual (emergente) é, no entanto, bem
mais preocupante, ou seja, parece vingar a ideia de que os tais Mercados, ditos
Municipais, já pouco cumprem como equipamento e como formato comercial tardam
em ser ..."trabalhados".
Ora, mas sendo Municipais não seria natural
que a Administração Local fizesse algo por eles? E sendo Públicos não
seria, igualmente, lógico que a Administração Central com eles se
preocupasse, os conhecesse, os ... contextualizasse, os enquadrasse?.
Mas, algo nos diz que se vislumbra, no
horizonte, um novo mercado, ou seja, o mercado dos ... Mercados
Municipais. Concretizando, há oportunidade(s) emergentes de negócio, que,
de forma muito pragmática, se traduzem, na exploração privada (semiprivada) dos
Mercados Municipais, transformando-os parcial ou totalmente em "placas /
plataformas" de Restauração, sob a capa de uma suposta revitalização do
equipamento (comercial) que muito raramente terá merecido a
pretensão, mais ou menos ambiciosa, da Administração (Central
e/ou Local) de o fazer chegar, um dia, a ... formato (comercial)!
Será uma espécie de "restaurantização"
dos Mercados Municipais?
Da parte da Administração Central, a ideia ou a
postura de que "Não
os Matem que Eles Morrem (por si mesmos)", sendo apenas
uma mera questão de tempo !".
Da parte da Administração Local, a ideia ou a
postura de que "Vão-se
os Anéis, ficam os Dedos",
ou seja, se não lhes sabemos acrescentar valor, por não os sabermos
planear e gerir, pelo menos que nos gerem algum ... valor (rendimento)
!"
Há
de facto um mercado dos Mercados (e há dele evidências!), mas haverá,
ainda, mercados para os Mercados (e haverá deles evidências?).
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
quinta-feira, 31 de março de 2016
quinta-feira, 24 de março de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Autor de projeto para o Bolhão acusa Rui Moreira de "fazer batota"
O autor do projeto de reabilitação do mercado do Bolhão aprovado em 1998, Joaquim Massena, acusou hoje o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, de "fazer batota com as palavras".
LER ARTIGO AQUI : NOTICIAS AO MINUTO
sábado, 9 de janeiro de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
7º ANIVERSÁRIO DA AFMRN -08 DE JANEIRO DE 2016
Parabéns!
Parabéns a Você nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida...
Ao contrário do que poucos acreditavam e o que alguns azaravam 7 anos já passaram.
Sete anos de dedicação, de alegria, de gostos e desgostos, mas sobretudo 7 anos de vivências intensas e extraordinárias.
Venham outros tantos, pois planos não faltam.
Obrigado a todos quantos por cá passaram, aos que cá estão e sobretudo obrigado aos nossos associados.
Esta associação é Vossa e é por vocês que ela continuará a existir e a lutar por um futuro condigno para aqueles que vivem das feiras e dos mercados.
P' DIRECÇÃO,
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
CONTRIBUTOS (?) PARA UMA SOCIOLOGIA DO COMÉRCIO - Artigo JOÃO BARRETA
CONTRIBUTOS (?) PARA UMA SOCIOLOGIA DO
COMÉRCIO
Por JOÃO BARRETA
Nos últimos dias, em vários órgãos de imprensa, foi sendo noticiado que este Natal bateu recordes em termos dos valores gastos pelos Portugueses durante tal período festivo. Obviamente que escrito desta forma haveria um conjunto de questões, talvez de pormenor, que importaria dissecar, pois com toda a certeza que se a fonte tem a ver, por exemplo, com os levantamentos/pagamentos efetuados com cartão (multibanco, visa, etc..) parece-me óbvio que se tratarão, para ser mais exato, de valores transacionados em Portugal, o que não significa que o tenha sido apenas por Portugueses, por exemplo. Mas deixando de lado pequenos preciosismos que em tantas outras questões nos desviam do foco da discussão, centremo-nos naquilo que tentarei evidenciar nesta breve reflexão que aqui vos proponho!
Basicamente a “notícia” é esta:
Entre 23 de novembro e 27 de dezembro, os portugueses pagaram 3712 milhões de euros em compras efetuadas com o cartão multibanco, mais 7,3% do que em igual período de 2014. Segundo os dados mensais registados pelo Banco de Portugal, estas quatro semanas natalícias de 2015 foram aquelas em que os portugueses mais gastaram desde que há registo, isto é, desde 2000. (Jornal de Notícias, dezembro de 2015)
Independentemente do valor verdadeiramente astronómico (quase 4 mil milhões de euros) que terá sido de facto movimentado, e muitos Portugueses poderão confirmar que gastaram mais do que em anos anteriores, vindo, quiçá, muitos mais do que aquilo que seria desejável, chegar à conclusão de que não só gastaram mais, como também gastaram … demais, o curioso é que do lado da oferta a realidade parece não se espelhar naquilo que a procura parece refletir (isto, claro está, com base nos números acima transcritos).
Isto é, uma vez mais, ano após ano, a oferta (leia-se os comerciantes e as suas estruturas associativas tidas como representativas) lamenta-se das vendas reduzidas, das faturações baixas, chegando-se mesmo a ouvir, em entrevistas de circunstância em alguns canais televisivos, e não só, que se tratou de um dos piores Natais de sempre (em vendas, entenda-se!).
Depois e por arrasto, em paralelo, lá vêm as reportagens em que muitos (a procura, o consumidor, …) dizem preferir, desde sempre, o comércio de rua, o comércio tradicional, etc., etc.. Fazem filas intermináveis pelo bolo-rei do estabelecimento x, esperam horas pelo bacalhau da loja y, aguardam o tempo que for necessário pelos sonhos e filhoses da loja w, chegando a deslocar-se, inclusive, ao mercado municipal por causa da couve ou do polvo.
Mas tal preferência é igualmente noticiada para outros ramos de comércio e artigos mais emblemáticos, sejam as luvas e os cachecóis, os casacos e os chapéus, os suspensórios e as bengalas, as malas e as carteiras, enfim (…) alguma reportagem me terá escapado, mas a estas pude assistir!
Apesar de algumas entrevistas, que mais não poderão ser do que a exceção que confirma a regra, o comércio que alegadamente pouco vendeu foi o mais procurado e o comércio que não se queixa (antes pelo contrário e leia-se … centros comerciais) nesta altura pouco é “falado”!
Dificilmente há explicação com alguma lógica para este tipo de fenómenos, no entanto, tenho para mim que o tema do Comércio, em sentido lato, - o binómio oferta-procura, a dicotomia entre o comércio versus o consumo, as dinâmicas evidenciadas pelos distintos formatos, o(s) comportamento(s) do(s) consumidor(es), os hábitos (locais, regionais, nacionais) de compra, a(s) política(s) pública(s) para o Comércio, a(s) tutela(s) do(s) Comércio(s), o Planeamento Urbano e o Comércio, as Cidades e o Ordenamento do Comércio, o potencial papel do Comércio na coesão das Comunidades Rurais, o papel dos Mercados e das Feiras na animação e dinamização do(s) espaço(s) urbano(s), entre muitos outros temas que terão “tanto de falados” como de “pouco trabalhados”, pelo que continuará a residir nestes e noutros focos o grande desafio e o infindável aliciante de quem teimosamente insiste em falar, escrever e debater o Comércio.
Mas, agora, que mais um Natal passou, os saldos (perdão, as promoções!) aí estão, e um novo ciclo se inicia, também para o Comércio, aguardando-se com legítimas e redobradas expectativas o que o novo ano possa trazer ao Comércio. Também o Comércio necessita de governo, mas isso julgo já ser do conhecimento de quase todos.
Sem pretensões, pretensiosismos ou saudosismos, creio que aquilo que se tem estudado e observado, no que ao Comércio diz respeito, tem sido pura e simplesmente descurado na hora de definir políticas, delinear medidas e projetar ações.
Há que não começar, de novo, do zero, pois por muito que alguns possam em tal não crer, outros tantos creem que algo já foi feito – para tal basta conhecer o Comércio, estudando-o (ou lendo estudos!).
Por JOÃO BARRETA
Nos últimos dias, em vários órgãos de imprensa, foi sendo noticiado que este Natal bateu recordes em termos dos valores gastos pelos Portugueses durante tal período festivo. Obviamente que escrito desta forma haveria um conjunto de questões, talvez de pormenor, que importaria dissecar, pois com toda a certeza que se a fonte tem a ver, por exemplo, com os levantamentos/pagamentos efetuados com cartão (multibanco, visa, etc..) parece-me óbvio que se tratarão, para ser mais exato, de valores transacionados em Portugal, o que não significa que o tenha sido apenas por Portugueses, por exemplo. Mas deixando de lado pequenos preciosismos que em tantas outras questões nos desviam do foco da discussão, centremo-nos naquilo que tentarei evidenciar nesta breve reflexão que aqui vos proponho!
Basicamente a “notícia” é esta:
Entre 23 de novembro e 27 de dezembro, os portugueses pagaram 3712 milhões de euros em compras efetuadas com o cartão multibanco, mais 7,3% do que em igual período de 2014. Segundo os dados mensais registados pelo Banco de Portugal, estas quatro semanas natalícias de 2015 foram aquelas em que os portugueses mais gastaram desde que há registo, isto é, desde 2000. (Jornal de Notícias, dezembro de 2015)
Independentemente do valor verdadeiramente astronómico (quase 4 mil milhões de euros) que terá sido de facto movimentado, e muitos Portugueses poderão confirmar que gastaram mais do que em anos anteriores, vindo, quiçá, muitos mais do que aquilo que seria desejável, chegar à conclusão de que não só gastaram mais, como também gastaram … demais, o curioso é que do lado da oferta a realidade parece não se espelhar naquilo que a procura parece refletir (isto, claro está, com base nos números acima transcritos).
Isto é, uma vez mais, ano após ano, a oferta (leia-se os comerciantes e as suas estruturas associativas tidas como representativas) lamenta-se das vendas reduzidas, das faturações baixas, chegando-se mesmo a ouvir, em entrevistas de circunstância em alguns canais televisivos, e não só, que se tratou de um dos piores Natais de sempre (em vendas, entenda-se!).
Depois e por arrasto, em paralelo, lá vêm as reportagens em que muitos (a procura, o consumidor, …) dizem preferir, desde sempre, o comércio de rua, o comércio tradicional, etc., etc.. Fazem filas intermináveis pelo bolo-rei do estabelecimento x, esperam horas pelo bacalhau da loja y, aguardam o tempo que for necessário pelos sonhos e filhoses da loja w, chegando a deslocar-se, inclusive, ao mercado municipal por causa da couve ou do polvo.
Mas tal preferência é igualmente noticiada para outros ramos de comércio e artigos mais emblemáticos, sejam as luvas e os cachecóis, os casacos e os chapéus, os suspensórios e as bengalas, as malas e as carteiras, enfim (…) alguma reportagem me terá escapado, mas a estas pude assistir!
Apesar de algumas entrevistas, que mais não poderão ser do que a exceção que confirma a regra, o comércio que alegadamente pouco vendeu foi o mais procurado e o comércio que não se queixa (antes pelo contrário e leia-se … centros comerciais) nesta altura pouco é “falado”!
Dificilmente há explicação com alguma lógica para este tipo de fenómenos, no entanto, tenho para mim que o tema do Comércio, em sentido lato, - o binómio oferta-procura, a dicotomia entre o comércio versus o consumo, as dinâmicas evidenciadas pelos distintos formatos, o(s) comportamento(s) do(s) consumidor(es), os hábitos (locais, regionais, nacionais) de compra, a(s) política(s) pública(s) para o Comércio, a(s) tutela(s) do(s) Comércio(s), o Planeamento Urbano e o Comércio, as Cidades e o Ordenamento do Comércio, o potencial papel do Comércio na coesão das Comunidades Rurais, o papel dos Mercados e das Feiras na animação e dinamização do(s) espaço(s) urbano(s), entre muitos outros temas que terão “tanto de falados” como de “pouco trabalhados”, pelo que continuará a residir nestes e noutros focos o grande desafio e o infindável aliciante de quem teimosamente insiste em falar, escrever e debater o Comércio.
Mas, agora, que mais um Natal passou, os saldos (perdão, as promoções!) aí estão, e um novo ciclo se inicia, também para o Comércio, aguardando-se com legítimas e redobradas expectativas o que o novo ano possa trazer ao Comércio. Também o Comércio necessita de governo, mas isso julgo já ser do conhecimento de quase todos.
Sem pretensões, pretensiosismos ou saudosismos, creio que aquilo que se tem estudado e observado, no que ao Comércio diz respeito, tem sido pura e simplesmente descurado na hora de definir políticas, delinear medidas e projetar ações.
Há que não começar, de novo, do zero, pois por muito que alguns possam em tal não crer, outros tantos creem que algo já foi feito – para tal basta conhecer o Comércio, estudando-o (ou lendo estudos!).
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
sábado, 31 de outubro de 2015
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