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segunda-feira, 29 de abril de 2019
domingo, 28 de abril de 2019
terça-feira, 23 de abril de 2019
Reunião com Secretário de Estado da Defesa do Consumidor(Comércio e Serviços)
Caro(a) Associado(a)
Na passada quinta-feira demos mais um passo na direção da resolução de problemas dos N/ associados.
Tivemos o prazer de receber o Sr. Secretário de Estado da Defesa do Consumidor, Eng. João Torres, o que muito nos honrou. Nessa reunião abordamos diversos problemas dos feirantes e dos mercadores, designadamente, a ausência de qualquer cuidado por parte de algumas autarquias locais com os feirantes, quer seja pelas condições em que trabalham, quer seja pela falta de apoio quando estes necessitam de trabalhar nos dias feriados, quer seja, pela aplicação cega da lei ao querer que as licenças de ocupação caduquem no final de alguns anos, entre muitos outros assuntos que apresentamos e que a Secretaria de Estado procurará atender.
Tivemos o prazer de receber o Sr. Secretário de Estado da Defesa do Consumidor, Eng. João Torres, o que muito nos honrou. Nessa reunião abordamos diversos problemas dos feirantes e dos mercadores, designadamente, a ausência de qualquer cuidado por parte de algumas autarquias locais com os feirantes, quer seja pelas condições em que trabalham, quer seja pela falta de apoio quando estes necessitam de trabalhar nos dias feriados, quer seja, pela aplicação cega da lei ao querer que as licenças de ocupação caduquem no final de alguns anos, entre muitos outros assuntos que apresentamos e que a Secretaria de Estado procurará atender.
Assim continuaremos, com um trabalho coeso e objectivo em prol da actividade.
Na foto da esquerda para a direita;
Dra Carla Madeira - Advogada da AFMRN
Arq. Joaquim Massena- Conselheiro da AFMRN
Eng. João Torres - Secretário de Estado da Defesa do Consumidor
Fernando Sá - Presidente da AFMRN
Dra Carla Madeira - Advogada da AFMRN
Arq. Joaquim Massena- Conselheiro da AFMRN
Eng. João Torres - Secretário de Estado da Defesa do Consumidor
Fernando Sá - Presidente da AFMRN
sexta-feira, 19 de abril de 2019
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
domingo, 30 de dezembro de 2018
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
sábado, 1 de dezembro de 2018
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
terça-feira, 27 de março de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
9º Aniversário da AFMRN
Caros/as associados/as,
Caros membros dos orgãos sociais,
Esta mensagem é para vós!
Aos associados agradecemos a
confiança depositada ao longo destes 9 anos, pedimos que continuem a confiar e
a acreditar que apesar de todas as dificuldades é possível fazer mais e melhor
pelas feiras, pelos mercados, pelos feirantes.
Não é fácil, nunca foi, tememos
que ainda venham a surgir mais e maiores dificuldades. Desengane-se quem pensa
que o pior já lá vai...não vai não! Ainda está por vir. O sector das feiras
continua a ser o parente pobre do comércio tradicional, que muito gostam de
visitar e prometer em época de campanhas eleitorais, mas que logo cai no
esquecimento, terminado o périplo eleitoral!
Temos muitos desafios pela
frente, não vamos baixar os braços, vamos dar luta como até aqui temos dado.
Graças a essa luta já são muitas as vitórias...continuaremos a lutar, sempre!
Aos membros dos órgãos sociais e
demais apoiantes, designadamente conselheiros desta Associação, queremos
agradecer mais do que nunca o apoio, a dedicação, o empenho.
Que nunca nos faltem as forças!!!
Venham mais 9! Parabéns à AFMRN!
08 de Janeiro de 2018
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
A REFUNDAÇÃO DOS MERCADOS … MUNICIPAIS?
Por: João Barreta
Quando tão insistentemente se
reforça a ideia da importância de dar maior atenção à agricultura por,
finalmente, terem percebido que é pouco prudente depender em demasia da
produção alheia, e às diversas potencialidades que o mar tem, ainda, por
explorar, do qual a pesca é “apenas” uma parcela, renascerá a esperança, para
alguns considerada perdida, de que uma nova visão possa surgir para “trabalhar”
o único equipamento/formato comercial
que tão bem, e de forma tão peculiar, pode contribuir para a promoção/comercialização dos produtos da
terra e do mar. Mais, encarando-se, agora, também a hipótese de se
“estudar” uma melhor articulação das relações
entre a produção e a distribuição, só a poderemos vislumbrar como uma
oportunidade a explorar para (e por) esse mesmo equipamento/formato comercial.
Articular de uma forma sã, a
distribuição/comércio dos produtos da nossa agricultura e das nossas pescas, conjugando-o
com a vertente cultural e patrimonial, não descurando o sector do turismo, encontrará
nos Mercados Municipais um veículo,
altamente, privilegiado para o efeito, não descurando, igualmente, o
inestimável contributo como efetivo elemento âncora em projetos de regeneração
urbana do centro das cidades.
Bem sabemos que o tema do Comércio tem andado um pouco (!)
arredio da discussão política, seja da Administração
Central, seja da Administração Local, mas talvez seja chegado o
momento de aproveitar a(s) oportunidade(s) e trazer para a agenda dos nossos
governantes, políticos e técnicos, o tema do Comércio, em geral, e dos Mercados
Municipais, muito em particular.
Não
que tenha dos Mercados uma versão pretensiosamente poética, mas os Mercados são
os … Mercados. São do seu tempo, e o seu tempo é aquele em que vivem ou
sobrevivem. O erro, se é que de tal se trata, não está na sua essência, pois
essa é a sua verdadeira riqueza, mas sim na forma como são olhados, ou não, por
quem deles devia ter, no mínimo, uma visão de presente e, principalmente, de
futuro.
Não serão “(Hiper)Mercearias”, nem “(Mini)Hipermercados”. Tão pouco, “(Micro)Centros Comerciais” ou “(Nano)Retail Centers”. Muito menos,
serão meras Feiras com paredes e telhado. Mas, não sendo nada disto, poderiam,
talvez, ser um pouco de tudo isso!
Em Portugal, abordar a
problemática dos Mercados é, ainda, desafortunadamente, partir de um conjunto
de preconceitos que fazem vincar a ideia de um passado esquecido, pouco
moderno, pobre, folclórico, popularucho e tradicionalista. Mesmo aqueles que,
aparentemente querem discutir o assunto, não vão muito além do problema dos
horários de funcionamento, do estacionamento e outros tópicos que, aliás, se
discutem há décadas, sem que nada de relevante depois se faça.
Curioso, e revelador, por
exemplo, será o facto de na grande maioria das nossas Autarquias o detentor do
pelouro dos ditos Mercados, e das Atividades Económicas, em geral, coincidir
com … o dos Cemitérios. Não sei que relação os nossos políticos (supostos gestores)
verão nisto, mas … é assim!
Agora que se aproximam
eleições autárquicas, talvez possamos estar mais atentos à relevância do tema,
exigindo, por exemplo, saber qual o plano de atuação/intervenção que nos
propõem para os Mercados, ou quem irá ser o “candidato ao pelouro” das
Atividades Económicas, ou, ainda, qual a “nova” orgânica dos Serviços e qual o
enquadramento das atribuições/competências relativas à área na dita orgânica,
etc…, etc….
Sabe-se que pelo menos as
visitas aos Mercados estarão garantidas, competindo então a quem neles trabalha
e de quem deles depende querer saber o que pensam os futuros autarcas
responsáveis dos “seus” Mercados e que ideias concretas e planos efetivos
defendem para os mesmos.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
domingo, 8 de janeiro de 2017
8º ANIVERSÁRIO - O8 DE JANEIRO DE 2017
Caríssimos (as) Associados(as)
Hoje é o dia em que a AFMRN-Associação Feiras e Mercados da Região
Norte, celebra 8 ANOS da
sua curta mas rica existência.
É mais um dia em que nos perguntamos: o
porquê desta existência?
Porque é uma das profissões mais antigas
do mundo.
Porque os Feirantes e Mercadores são uma
classe de trabalhadores nem sempre escutada.
Porque as Feiras e os Mercados são parte
integrante da cultura de um Povo.
Porque as Feiras e os Mercados são a
origem de muitas Cidades.
Porque as Feiras e os Mercados são
tradição. São história.
Porque são o presente. São o futuro.
Mas este futuro precisa de Estrutura,
precisa de Organização, precisa do Associativismo, precisa da AFMRN-
Associação de Feiras e Mercados da Região Norte.
Cremos pois, que temos de dar os
parabéns à N/ Associação, dar os parabéns aos Feirantes, aos Comerciantes, aos
Mercadores, aos Artesãos e Colaboradores, mas sobretudo aos N/ Associados e seus Dirigentes que são a N/razão de existir. Somos
por vocês e para vocês.
P´DIRECÇÃO,
PRESIDENTE- FERNANDO SÁ
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
O NOVO MERCADO DOS MERCADOS
O
NOVO MERCADO DOS MERCADOS
Por JOÃO
BARRETA
Seja como equipamento municipal, numa primeira
fase ... mais ... "retrospetiva", seja como formato
comercial, numa segunda fase ... mais ... "prospetiva", os
denominados Mercados Municipais pouco têm sido "abordados" ao longo
das últimas décadas (com algumas exceções, honra lhes seja feita!).
A tendência atual (emergente) é, no entanto, bem
mais preocupante, ou seja, parece vingar a ideia de que os tais Mercados, ditos
Municipais, já pouco cumprem como equipamento e como formato comercial tardam
em ser ..."trabalhados".
Ora, mas sendo Municipais não seria natural
que a Administração Local fizesse algo por eles? E sendo Públicos não
seria, igualmente, lógico que a Administração Central com eles se
preocupasse, os conhecesse, os ... contextualizasse, os enquadrasse?.
Mas, algo nos diz que se vislumbra, no
horizonte, um novo mercado, ou seja, o mercado dos ... Mercados
Municipais. Concretizando, há oportunidade(s) emergentes de negócio, que,
de forma muito pragmática, se traduzem, na exploração privada (semiprivada) dos
Mercados Municipais, transformando-os parcial ou totalmente em "placas /
plataformas" de Restauração, sob a capa de uma suposta revitalização do
equipamento (comercial) que muito raramente terá merecido a
pretensão, mais ou menos ambiciosa, da Administração (Central
e/ou Local) de o fazer chegar, um dia, a ... formato (comercial)!
Será uma espécie de "restaurantização"
dos Mercados Municipais?
Da parte da Administração Central, a ideia ou a
postura de que "Não
os Matem que Eles Morrem (por si mesmos)", sendo apenas
uma mera questão de tempo !".
Da parte da Administração Local, a ideia ou a
postura de que "Vão-se
os Anéis, ficam os Dedos",
ou seja, se não lhes sabemos acrescentar valor, por não os sabermos
planear e gerir, pelo menos que nos gerem algum ... valor (rendimento)
!"
Há
de facto um mercado dos Mercados (e há dele evidências!), mas haverá,
ainda, mercados para os Mercados (e haverá deles evidências?).
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
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