quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Sorteio de lugares vagos na Feira de Caminha
A C.M.de Caminha solicita AFMRN a divulgação da seguinte informação:
Serve o presente para solicitar a V.Ex.ªs a divulgação pelos vossos associados que, na sequência da deliberação tomada em reunião de Câmara Municipal de 4 de Janeiro de 2012, foi determinada a realização do sorteio de espaços de venda vagos na Feira Semanal de Caminha.O prazo para apresentação das candidaturas decorrerá entre os dias 05 a 12 de Janeiro, inclusive.As candidaturas ao sorteio deverão ser apresentadas na Câmara Municipal de Caminha, dentro do prazo previsto, mediante o preenchimento do formulário fornecido pelos serviços do Município de Caminha ou disponibilizado na página electrónica, em http://www.cm-caminha.pt.para/ mais informações, os interessados poderão contactar a Divisão de Ambiente e Salubridade ou dirigir-se ao Serviço de Atendimento da Câmara Municipal, sito na Praça Calouste Gulbenkian, em Caminha.
Serve o presente para solicitar a V.Ex.ªs a divulgação pelos vossos associados que, na sequência da deliberação tomada em reunião de Câmara Municipal de 4 de Janeiro de 2012, foi determinada a realização do sorteio de espaços de venda vagos na Feira Semanal de Caminha.O prazo para apresentação das candidaturas decorrerá entre os dias 05 a 12 de Janeiro, inclusive.As candidaturas ao sorteio deverão ser apresentadas na Câmara Municipal de Caminha, dentro do prazo previsto, mediante o preenchimento do formulário fornecido pelos serviços do Município de Caminha ou disponibilizado na página electrónica, em http://www.cm-caminha.pt.para/ mais informações, os interessados poderão contactar a Divisão de Ambiente e Salubridade ou dirigir-se ao Serviço de Atendimento da Câmara Municipal, sito na Praça Calouste Gulbenkian, em Caminha.
sábado, 7 de janeiro de 2012
8 DE JANEIRO DE 2012- 3º ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DA AFMRN
Bem hajam!
Bem hajam os feirantes, bem hajam os trabalhadores, os comerciantes dos mercados, bem hajam todos aqueles que num país de dificuldades lutam com tão pouco.
Bem hajam as Associações que se dedicam á defesa dos interesses dos feirantes e sobretudo à manutenção e ao desenvolvimento desta actividade quando quase todos os querem “atropelar”. São as taxas elevadissimas, são as más condições de trabalho, é a concorrência desleal de quem faz vida numa economia paralela.
Há três anos nasceu a AFMRN- Associação Feiras e Mercados da Região Norte no dia 8 de Janeiro de 2009. Surgiu devido à necessidade de dar “voz” aos feirantes e comerciantes desta Região, mas tambem e sobretudo para os encaminhar para a mudança, para o desenvolvimento, sem nunca desistir, mesmo com tantas adversidades. Para os feirantes não há subsidios porque chove, porque há ventania, porque troveja, porque o calor é intenso. Para eles há trabalho e há vontade de vencer.
A AFMRN tal como os seus associados “luta” com empenho e afinco de quem quer triunfar. Assim nestes três anos, conta já com muitas vitórias e espera construir o seu caminho com a obtenção de muitas mais.
Agradecemos aos nossos associados a confiança, desejando não defraudar as suas legítimas expectativas.
Encorajamos os feirantes e os comerciantes para que não desistam.
Agradecemos a todos os que nos têm amparado quando é necessário.
A todos um bem haja e muito obrigada
A direcção da AFMRN
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
VILA REAL:Feira do Levante “é uma anarquia total”
Noticia com a devida vénia do Jornal A Voz de Trás-os-Montes
Clique aqui:Associação de Feiras e Mercados da Região Norte
Feira do Levante “é uma anarquia total”
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Caminha Município
Caminha Município
As Taxas do Regulamento de Feiras do Município de Caminha e respetiva Fundamentação estão em apreciação pública, para recolha de opiniões, até ao dia 7 de fevereiro.
As Taxas do Regulamento de Feiras do Município de Caminha e respetiva Fundamentação estão em apreciação pública, para recolha de opiniões, até ao dia 7 de fevereiro.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Artigo de opinião do Português João Barreta em publicação Espanhola-Distribución y Consumo
João Manuel Batista Barreta, experto en distribución minorista, dedica este artículo a esbozar escenarios para lo que podrán ser los mercados municipales en el año 2030. A través del análisis de la situación actual y la definición de posibles escenarios para los MM.MM portugueses, el autor pretende, más que un ejercicio de predicción, la sensibilización de los distintos agentes y actores involucrados en el “problema”, tanto los propios minoristas, como el resto de los operadores comerciales, como la Administración (central y local).
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
MERCADOS MUNICIPAIS – LIÇÕES OU ILAÇÕES SOBRE O COMÉRCIO? Artigo de opinião de JOÃO BARRETA
MERCADOS MUNICIPAIS
– LIÇÕES OU ILAÇÕES SOBRE O COMÉRCIO?
Por João Barreta
Independentemente daquilo que alguns possam julgar, o Mercado Municipal, como formato/equipamento comercial, não se encontra em processo de decadência irreversível, podendo mesmo vir a assumir um protagonismo relevante no panorama da oferta comercial das nossas cidades.
Os formatos que até há bem pouco tempo eram considerados pujantes e emergentes, porventura mercê também da crise actual (mas não só!), começaram, desde há algum tempo, a revelar uma certa saturação que aliás tem levado os grandes grupos de distribuição a “movimentações” que não passam despercebidas.
Quando esses grupos optam por formatos mais reduzidos, com uma oferta diferente, rogam por horários alargados no que se refere às ditas grandes superfícies (inclusive, com a abertura “total” ao Domingo), etc…, etc…, ou quando consideram como apostas estratégicas a “aliança” das suas médias superfícies aos Mercados Municipais, será caso para perguntar se há mercado para todos e quem irá sobreviver?
A confiança do consumidor na qualidade dos produtos tenderá, claramente, para os Mercados, mas a vida agitada dos nossos dias e a consequente escassez de tempo condiciona as preferências.
Será que “novos” Mercados que apostem noutros ramos de oferta comercial (complementar ao tradicional – Peixe, Carne e Hortofrutícola) e que apostem, igualmente, em horários de funcionamento mais adequados, não poderá fazer com que “a balança” tenda para o lado do formato - Mercado?
Para tal é crucial que se possa conhecer a procura e o comportamento do consumidor, para que a partir daí se possa avançar para uma possível (re)definição da oferta comercial dos Mercados.
Fará sentido a instalação de uma Papelaria, uma Parafarmácia, uma Lavandaria/Engomadoria, uma Loja de Vinhos, uma Loja de Artesanato, uma Loja de Doçaria Regional, um Restaurante que aposte na Gastronomia e nas tradições locais, etc…, etc… .?
Uma garantia temos à partida, com a composição actual da oferta existente nos Mercados, dificilmente serão estes a sobreviver. Às médias/grandes superfícies interessará que os Mercados se mantenham com a actual oferta comercial, daí que apostem na instalação de “lojas” em locais próximos ou até mesmo integradas nos próprios Mercados, condicionando-lhe qualquer ambição ou projeto de alargamento/diversificação da oferta comercial desses Mercados.
Nestas “coisas” do Comércio há dois conceitos básicos a reter – Especialização e Complementaridade.
Basta conhecer a realidade, saber o que se quer e escolher o caminho que se revele mais adequado.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Barcelos: Câmara autoriza feira a 08 de dezembro exigida pelos feirantes
Correio do Minho - Notícias
A Câmara de Barcelos decidiu hoje autorizar a realização da feira semanal e o funcionamento do mercado municipal no feriado de 08 de dezembro, alterando uma decisão anterior e satisfazendo assim o pedido dos feirantes.
A Câmara de Barcelos decidiu hoje autorizar a realização da feira semanal e o funcionamento do mercado municipal no feriado de 08 de dezembro, alterando uma decisão anterior e satisfazendo assim o pedido dos feirantes.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Artigo de opinião :João Barreta
NO TEMPO DA … TERRA E DO MAR,
SAIBAMOS “TUTELAR” OS MERCADOS MUNICIPAIS
Por: João Barreta
Quando tão insistentemente se reforça a ideia da importância de dar maior atenção à agricultura por, finalmente, terem percebido que é pouco prudente depender em demasia da produção alheia, e às diversas potencialidades que o nosso mar tem por explorar, da qual a pesca é “apenas” uma parcela, renascerá a esperança, para alguns considerada perdida (prefiro, esquecida!), de que uma nova visão possa surgir para “trabalhar” o único equipamento/formato comercial que tão bem, e de forma tão peculiar, pode contribuir para a promoção/comercialização dos produtos da terra e do mar. Mais, encarando-se, agora, também a hipótese de se “estudar” uma melhor articulação das relações entre a produção e a distribuição, só a podemos encarar como uma oportunidade a explorar para (e por) esse mesmo equipamento/formato comercial.
Articular de uma forma sã, o comércio dos produtos da nossa agricultura e das nossas pescas, conjugando-o com a vertente cultural e patrimonial, não descurando o sector do turismo, encontrará nos Mercados Municipais um veículo, altamente, privilegiado para o efeito.
Bem sei que o tema do Comércio tem andado um pouco (!) arredio da discussão política, seja da Administração Central, seja da Administração Local, mas talvez seja chegado o momento de aproveitar a(s) oportunidade(s) e trazer para a agenda dos nossos governantes, políticos e técnicos, o tema do Comércio, em geral, e dos Mercados Municipais, muito em particular.
Não que tenha dos Mercados uma versão pretensiosamente poética, mas os Mercados são os … Mercados. São do seu tempo, e o seu tempo é aquele em que vivem ou sobrevivem. O erro, se é que de tal se trata, não está na sua essência, pois essa é a sua verdadeira riqueza, mas sim na forma como são olhados, ou não, por quem deles devia ter, no mínimo, uma visão de presente e, principalmente, de futuro.
Não serão “(Hiper)Mercearias”, nem “(Mini)Hipermercados”. Tão pouco “(Micro)Centros Comerciais” ou “(Nano)Retail Centers”. Muito menos, serão meras Feiras com um teto. Mas, não sendo nada disto, poderiam, talvez, ser um pouco de tudo isso!
Mas em Portugal, falar-se de Mercados é, ainda, e desafortunadamente, partir de um conjunto de preconceitos que fazem vincar a ideia de um passado esquecido, pouco moderno, pobre, folclórico, popularucho e tradicionalista. Mesmo aqueles que, aparentemente querem discutir o assunto, não vão muito além do problema dos horários de funcionamento, do estacionamento e outros tópicos que, aliás, se discutem há décadas, sem que nada de relevante depois se faça.
Mas se na Administração Central, nem tão pouco se percecionará quem detém a tutela dos Mercados, tenho para mim, por experiência própria, que nas Autarquias será bem mais fácil identificar o detentor do pelouro dos ditos. Na esmagadora maioria das Câmaras Municipais, basta procurar o responsável máximo, leia-se Vereador dos … Cemitérios, e … está identificado o detentor do pelouro do Comércio e dos Mercados Municipais.
Não sei que relação os nossos políticos (supostos gestores) verão nisto, mas … é assim!
Haverá, também neste caso, razões que a própria razão desconhecerá!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
MERCADOS MUNICIPAIS – ASES OU TRUNFO?-Por : JOÃO BARRETA
A existir um baralho de cartas em que o motivo fosse o Comércio - em vez de Ouros e Espadas tínhamos Lojas Tradicionais e Mercados/Feiras, e no lugar de Copas e Paus, estariam Grandes Superfícies e Centros Comerciais, o Mercado Municipal, quando não fosse trunfo, seria com toda a certeza um dos quatro ases do espectro Comercial das Cidades.
Um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!
É certo que, mercê também da sua localização privilegiada, no miolo da Cidade, o Mercado é um equipamento comercial que deve ser encarado para além de um meio que visa garantir o abastecimento público das populações locais ao nível dos frescos e outros perecíveis. Tal abordagem, quiçá demasiado ingénua, rapidamente foi sendo complementada por visões mais comerciais, no sentido lato da “coisa”, ou seja, um negócio potencial para a Cidade, para a sua oferta de Comércio e Serviços, e até para a própria requalificação urbana e gestão urbanística.
Olhando à nossa volta, vemos (…) a Ribeira (Lisboa), o Bolhão (Porto), o 1º de Maio (Barreiro), o Manuel Firmino (Aveiro), o D. Pedro V (Coimbra), o 1º de Maio (Évora) e o Livramento (Setúbal). Se bem que em distintas fases do processo, temos a prova de que se está a fazer algo em prol dos Comércios (como diria Fernando Pessoa), neste caso dos Mercados Municipais.
A discussão acerca do presente e futuro de um Mercado, acaba sempre por se quedar, numa primeira aproximação, por aspectos que não fugirão muito a problemas de acessibilidade, estacionamento, condições hígio-sanitárias exigidas e a inevitável concorrência das médias/grandes superfícies.
A um outro nível, já se aborda a adequação dos horários de funcionamento, a redefinição do mix comercial, a fidelização da clientela, os serviços complementares a prestar (prévios, durante e/ou pós-venda), o marketing (interno, externo e/ou interactivo), etc… .
Noutro patamar da dita discussão, cuja abordagem implica maior poder e responsabilidade e capacidade de decisão por parte dos actores (entenda-se, Autarquias e Operadores/Comerciantes), já se fala de novos modelos de gestão (directa, indirecta ou mista), parcerias público-privadas, (re) engenharia financeira (financiamento público, privado, etc…), negociação (concessão/exploração, …), etc….
Numa revista espanhola da especialidade (e em Espanha, o Comércio até merece honras de “especialidade” !), é feita referência ao sector (é a expressão utilizada) dos Mercados Municipais, identificando três classes de Mercados – aqueles que fazem com que as coisas ocorram, os que esperam que as coisas ocorram e os que se surpreendem com o ocorrido.
Obviamente que quem age, quem espera e/ou quem é surpreendido não são os Mercados, mas sim os tais actores que poderiam e deveriam contribuir para a reestruturação funcional e revitalização comercial de tal equipamento (formato) comercial.
O Mercado é uma boa parte da vida e da vivência da Cidade, constituindo um óptimo barómetro, não só do nível e da qualidade de vida das populações, mas também um fiel indicador do momento actual da actividade económica local.
Nas cartas, um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!
Um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!
É certo que, mercê também da sua localização privilegiada, no miolo da Cidade, o Mercado é um equipamento comercial que deve ser encarado para além de um meio que visa garantir o abastecimento público das populações locais ao nível dos frescos e outros perecíveis. Tal abordagem, quiçá demasiado ingénua, rapidamente foi sendo complementada por visões mais comerciais, no sentido lato da “coisa”, ou seja, um negócio potencial para a Cidade, para a sua oferta de Comércio e Serviços, e até para a própria requalificação urbana e gestão urbanística.
Olhando à nossa volta, vemos (…) a Ribeira (Lisboa), o Bolhão (Porto), o 1º de Maio (Barreiro), o Manuel Firmino (Aveiro), o D. Pedro V (Coimbra), o 1º de Maio (Évora) e o Livramento (Setúbal). Se bem que em distintas fases do processo, temos a prova de que se está a fazer algo em prol dos Comércios (como diria Fernando Pessoa), neste caso dos Mercados Municipais.
A discussão acerca do presente e futuro de um Mercado, acaba sempre por se quedar, numa primeira aproximação, por aspectos que não fugirão muito a problemas de acessibilidade, estacionamento, condições hígio-sanitárias exigidas e a inevitável concorrência das médias/grandes superfícies.
A um outro nível, já se aborda a adequação dos horários de funcionamento, a redefinição do mix comercial, a fidelização da clientela, os serviços complementares a prestar (prévios, durante e/ou pós-venda), o marketing (interno, externo e/ou interactivo), etc… .
Noutro patamar da dita discussão, cuja abordagem implica maior poder e responsabilidade e capacidade de decisão por parte dos actores (entenda-se, Autarquias e Operadores/Comerciantes), já se fala de novos modelos de gestão (directa, indirecta ou mista), parcerias público-privadas, (re) engenharia financeira (financiamento público, privado, etc…), negociação (concessão/exploração, …), etc….
Numa revista espanhola da especialidade (e em Espanha, o Comércio até merece honras de “especialidade” !), é feita referência ao sector (é a expressão utilizada) dos Mercados Municipais, identificando três classes de Mercados – aqueles que fazem com que as coisas ocorram, os que esperam que as coisas ocorram e os que se surpreendem com o ocorrido.
Obviamente que quem age, quem espera e/ou quem é surpreendido não são os Mercados, mas sim os tais actores que poderiam e deveriam contribuir para a reestruturação funcional e revitalização comercial de tal equipamento (formato) comercial.
O Mercado é uma boa parte da vida e da vivência da Cidade, constituindo um óptimo barómetro, não só do nível e da qualidade de vida das populações, mas também um fiel indicador do momento actual da actividade económica local.
Nas cartas, um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
MERCADO REGRESSA AO CAMPO DA FEIRA DE TRANCOSO
O Campo da Feira de Trancoso volta a acolher a partir de 04 de Novembro o Mercado Semanal depois de obras de reabilitação do espaço que confere maiores e melhores condições para feirantes e público, dignificando o local e tornando-o funcional, moderno, higiénico e aprazível.
Ler mais (fonte:C.M.Trancoso)...
Ler mais (fonte:C.M.Trancoso)...
sábado, 29 de outubro de 2011
Feiras anuais no dia de Todos os Santos na Região Norte
História
Não se sabe ao certo onde ou quando foi realizada a primeira feira na História. Existam fontes, entretanto, que permitem afirmar que, em 500 a.C., já se realizava essa atividade no Médio Oriente, nomeadamente na cidade-estado Fenícia de Tiro.
As referências a feiras na Idade Antiga e na Idade Média aparecem correlacionadas a festividades religiosas e a dias santos. Nelas se reuniam mercadores de terras distantes, trazendo os seus produtos autóctones para troca por outros. A etimologia da palavra "feira" demonstra que a religião andou de mãos dadas com o comércio. A palavra latina feria, que significa "dia santo ou feriado", é a palavra que deu origem à portuguesa "feira", à espanhola feria e à inglesa fair.
Ler mais...
Feiras anuais no dia 1 de Novembro (feriado de Todos os Santos) na Região Norte
Chaves
Cerdal (Valença)
Caminha
Não se sabe ao certo onde ou quando foi realizada a primeira feira na História. Existam fontes, entretanto, que permitem afirmar que, em 500 a.C., já se realizava essa atividade no Médio Oriente, nomeadamente na cidade-estado Fenícia de Tiro.
As referências a feiras na Idade Antiga e na Idade Média aparecem correlacionadas a festividades religiosas e a dias santos. Nelas se reuniam mercadores de terras distantes, trazendo os seus produtos autóctones para troca por outros. A etimologia da palavra "feira" demonstra que a religião andou de mãos dadas com o comércio. A palavra latina feria, que significa "dia santo ou feriado", é a palavra que deu origem à portuguesa "feira", à espanhola feria e à inglesa fair.
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Feiras anuais no dia 1 de Novembro (feriado de Todos os Santos) na Região Norte
Chaves
Cerdal (Valença)
Caminha
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Mercado das Lavradeiras de Valença
Mercado das Lavradeiras de Valença: Mercado das Lavradeiras de Valença
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Mogadouro: Feira dos Gorazes
Para ver o programa, por favor clique na imagem
A edição de 2011 da Feira dos Gorazes, o grande certame do concelho de Mogadouro, vai decorrer entre 13 e 16 de Outubro. Este ano está prevista a presença de 134 expositores, com muito artesanato, produtos tradicionais e locais, turismo e animação, fazem desta feira uma boa proposta para o seu fim de semana.
Durante a feira e em termos de animação os pontos altos são, a Feira de Artesanto e Turismo, Feira Franca dos Produtos da Terra, festival de folclore, os espectáculos de Rumo Nordeste, Tropikalya Show, Raízes do Minho, Bombocas e na Sexta-feira 14 de Outubro às 10h o Programa Praça da Alegria da RTP irá estar em directo do recinto da feira.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Feiras no feriado de 5 de Outubro de 2011,na Região Norte
A AFMRN-Associação Feiras e Mercados da Região Norte, informa a todos os interessados que foi autorizado pelas respectivas Câmaras Municipais, realização das feiras e mercados no dia 5 de Outubro, feriado nacional, em:
Amarante
Amares
Arcos de Valdevez
Fafe
Peso da Régua
Valença
Vila Nova de Famalicão
Caminha
Carvalhos (V.N.de Gaia)
Cô (Paços de Ferreira)
Desde já a AFMRN agradece a todas estas Autarquias abertura demonstrada para a realização destas feiras neste feriado tão importante no panorama das transações comerciais,neste quadro de crise que todos atravessamos, "VISITEM AS FEIRAS DESTA REGIÃO NORTE, E DISFRUTEM DE UM DIA ESPECIAL".
Amarante
Amares
Arcos de Valdevez
Fafe
Peso da Régua
Valença
Vila Nova de Famalicão
Caminha
Carvalhos (V.N.de Gaia)
Cô (Paços de Ferreira)
Desde já a AFMRN agradece a todas estas Autarquias abertura demonstrada para a realização destas feiras neste feriado tão importante no panorama das transações comerciais,neste quadro de crise que todos atravessamos, "VISITEM AS FEIRAS DESTA REGIÃO NORTE, E DISFRUTEM DE UM DIA ESPECIAL".
sábado, 1 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
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