Correio do Minho - Notícias
A Câmara de Barcelos decidiu hoje autorizar a realização da feira semanal e o funcionamento do mercado municipal no feriado de 08 de dezembro, alterando uma decisão anterior e satisfazendo assim o pedido dos feirantes.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Artigo de opinião :João Barreta
NO TEMPO DA … TERRA E DO MAR,
SAIBAMOS “TUTELAR” OS MERCADOS MUNICIPAIS
Por: João Barreta
Quando tão insistentemente se reforça a ideia da importância de dar maior atenção à agricultura por, finalmente, terem percebido que é pouco prudente depender em demasia da produção alheia, e às diversas potencialidades que o nosso mar tem por explorar, da qual a pesca é “apenas” uma parcela, renascerá a esperança, para alguns considerada perdida (prefiro, esquecida!), de que uma nova visão possa surgir para “trabalhar” o único equipamento/formato comercial que tão bem, e de forma tão peculiar, pode contribuir para a promoção/comercialização dos produtos da terra e do mar. Mais, encarando-se, agora, também a hipótese de se “estudar” uma melhor articulação das relações entre a produção e a distribuição, só a podemos encarar como uma oportunidade a explorar para (e por) esse mesmo equipamento/formato comercial.
Articular de uma forma sã, o comércio dos produtos da nossa agricultura e das nossas pescas, conjugando-o com a vertente cultural e patrimonial, não descurando o sector do turismo, encontrará nos Mercados Municipais um veículo, altamente, privilegiado para o efeito.
Bem sei que o tema do Comércio tem andado um pouco (!) arredio da discussão política, seja da Administração Central, seja da Administração Local, mas talvez seja chegado o momento de aproveitar a(s) oportunidade(s) e trazer para a agenda dos nossos governantes, políticos e técnicos, o tema do Comércio, em geral, e dos Mercados Municipais, muito em particular.
Não que tenha dos Mercados uma versão pretensiosamente poética, mas os Mercados são os … Mercados. São do seu tempo, e o seu tempo é aquele em que vivem ou sobrevivem. O erro, se é que de tal se trata, não está na sua essência, pois essa é a sua verdadeira riqueza, mas sim na forma como são olhados, ou não, por quem deles devia ter, no mínimo, uma visão de presente e, principalmente, de futuro.
Não serão “(Hiper)Mercearias”, nem “(Mini)Hipermercados”. Tão pouco “(Micro)Centros Comerciais” ou “(Nano)Retail Centers”. Muito menos, serão meras Feiras com um teto. Mas, não sendo nada disto, poderiam, talvez, ser um pouco de tudo isso!
Mas em Portugal, falar-se de Mercados é, ainda, e desafortunadamente, partir de um conjunto de preconceitos que fazem vincar a ideia de um passado esquecido, pouco moderno, pobre, folclórico, popularucho e tradicionalista. Mesmo aqueles que, aparentemente querem discutir o assunto, não vão muito além do problema dos horários de funcionamento, do estacionamento e outros tópicos que, aliás, se discutem há décadas, sem que nada de relevante depois se faça.
Mas se na Administração Central, nem tão pouco se percecionará quem detém a tutela dos Mercados, tenho para mim, por experiência própria, que nas Autarquias será bem mais fácil identificar o detentor do pelouro dos ditos. Na esmagadora maioria das Câmaras Municipais, basta procurar o responsável máximo, leia-se Vereador dos … Cemitérios, e … está identificado o detentor do pelouro do Comércio e dos Mercados Municipais.
Não sei que relação os nossos políticos (supostos gestores) verão nisto, mas … é assim!
Haverá, também neste caso, razões que a própria razão desconhecerá!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
MERCADOS MUNICIPAIS – ASES OU TRUNFO?-Por : JOÃO BARRETA
A existir um baralho de cartas em que o motivo fosse o Comércio - em vez de Ouros e Espadas tínhamos Lojas Tradicionais e Mercados/Feiras, e no lugar de Copas e Paus, estariam Grandes Superfícies e Centros Comerciais, o Mercado Municipal, quando não fosse trunfo, seria com toda a certeza um dos quatro ases do espectro Comercial das Cidades.
Um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!
É certo que, mercê também da sua localização privilegiada, no miolo da Cidade, o Mercado é um equipamento comercial que deve ser encarado para além de um meio que visa garantir o abastecimento público das populações locais ao nível dos frescos e outros perecíveis. Tal abordagem, quiçá demasiado ingénua, rapidamente foi sendo complementada por visões mais comerciais, no sentido lato da “coisa”, ou seja, um negócio potencial para a Cidade, para a sua oferta de Comércio e Serviços, e até para a própria requalificação urbana e gestão urbanística.
Olhando à nossa volta, vemos (…) a Ribeira (Lisboa), o Bolhão (Porto), o 1º de Maio (Barreiro), o Manuel Firmino (Aveiro), o D. Pedro V (Coimbra), o 1º de Maio (Évora) e o Livramento (Setúbal). Se bem que em distintas fases do processo, temos a prova de que se está a fazer algo em prol dos Comércios (como diria Fernando Pessoa), neste caso dos Mercados Municipais.
A discussão acerca do presente e futuro de um Mercado, acaba sempre por se quedar, numa primeira aproximação, por aspectos que não fugirão muito a problemas de acessibilidade, estacionamento, condições hígio-sanitárias exigidas e a inevitável concorrência das médias/grandes superfícies.
A um outro nível, já se aborda a adequação dos horários de funcionamento, a redefinição do mix comercial, a fidelização da clientela, os serviços complementares a prestar (prévios, durante e/ou pós-venda), o marketing (interno, externo e/ou interactivo), etc… .
Noutro patamar da dita discussão, cuja abordagem implica maior poder e responsabilidade e capacidade de decisão por parte dos actores (entenda-se, Autarquias e Operadores/Comerciantes), já se fala de novos modelos de gestão (directa, indirecta ou mista), parcerias público-privadas, (re) engenharia financeira (financiamento público, privado, etc…), negociação (concessão/exploração, …), etc….
Numa revista espanhola da especialidade (e em Espanha, o Comércio até merece honras de “especialidade” !), é feita referência ao sector (é a expressão utilizada) dos Mercados Municipais, identificando três classes de Mercados – aqueles que fazem com que as coisas ocorram, os que esperam que as coisas ocorram e os que se surpreendem com o ocorrido.
Obviamente que quem age, quem espera e/ou quem é surpreendido não são os Mercados, mas sim os tais actores que poderiam e deveriam contribuir para a reestruturação funcional e revitalização comercial de tal equipamento (formato) comercial.
O Mercado é uma boa parte da vida e da vivência da Cidade, constituindo um óptimo barómetro, não só do nível e da qualidade de vida das populações, mas também um fiel indicador do momento actual da actividade económica local.
Nas cartas, um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!
Um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!
É certo que, mercê também da sua localização privilegiada, no miolo da Cidade, o Mercado é um equipamento comercial que deve ser encarado para além de um meio que visa garantir o abastecimento público das populações locais ao nível dos frescos e outros perecíveis. Tal abordagem, quiçá demasiado ingénua, rapidamente foi sendo complementada por visões mais comerciais, no sentido lato da “coisa”, ou seja, um negócio potencial para a Cidade, para a sua oferta de Comércio e Serviços, e até para a própria requalificação urbana e gestão urbanística.
Olhando à nossa volta, vemos (…) a Ribeira (Lisboa), o Bolhão (Porto), o 1º de Maio (Barreiro), o Manuel Firmino (Aveiro), o D. Pedro V (Coimbra), o 1º de Maio (Évora) e o Livramento (Setúbal). Se bem que em distintas fases do processo, temos a prova de que se está a fazer algo em prol dos Comércios (como diria Fernando Pessoa), neste caso dos Mercados Municipais.
A discussão acerca do presente e futuro de um Mercado, acaba sempre por se quedar, numa primeira aproximação, por aspectos que não fugirão muito a problemas de acessibilidade, estacionamento, condições hígio-sanitárias exigidas e a inevitável concorrência das médias/grandes superfícies.
A um outro nível, já se aborda a adequação dos horários de funcionamento, a redefinição do mix comercial, a fidelização da clientela, os serviços complementares a prestar (prévios, durante e/ou pós-venda), o marketing (interno, externo e/ou interactivo), etc… .
Noutro patamar da dita discussão, cuja abordagem implica maior poder e responsabilidade e capacidade de decisão por parte dos actores (entenda-se, Autarquias e Operadores/Comerciantes), já se fala de novos modelos de gestão (directa, indirecta ou mista), parcerias público-privadas, (re) engenharia financeira (financiamento público, privado, etc…), negociação (concessão/exploração, …), etc….
Numa revista espanhola da especialidade (e em Espanha, o Comércio até merece honras de “especialidade” !), é feita referência ao sector (é a expressão utilizada) dos Mercados Municipais, identificando três classes de Mercados – aqueles que fazem com que as coisas ocorram, os que esperam que as coisas ocorram e os que se surpreendem com o ocorrido.
Obviamente que quem age, quem espera e/ou quem é surpreendido não são os Mercados, mas sim os tais actores que poderiam e deveriam contribuir para a reestruturação funcional e revitalização comercial de tal equipamento (formato) comercial.
O Mercado é uma boa parte da vida e da vivência da Cidade, constituindo um óptimo barómetro, não só do nível e da qualidade de vida das populações, mas também um fiel indicador do momento actual da actividade económica local.
Nas cartas, um trunfo mal jogado, pode ser comprometedor, mas um Ás desperdiçado é uma perda quase irreparável!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
MERCADO REGRESSA AO CAMPO DA FEIRA DE TRANCOSO
O Campo da Feira de Trancoso volta a acolher a partir de 04 de Novembro o Mercado Semanal depois de obras de reabilitação do espaço que confere maiores e melhores condições para feirantes e público, dignificando o local e tornando-o funcional, moderno, higiénico e aprazível.
Ler mais (fonte:C.M.Trancoso)...
Ler mais (fonte:C.M.Trancoso)...
sábado, 29 de outubro de 2011
Feiras anuais no dia de Todos os Santos na Região Norte
História
Não se sabe ao certo onde ou quando foi realizada a primeira feira na História. Existam fontes, entretanto, que permitem afirmar que, em 500 a.C., já se realizava essa atividade no Médio Oriente, nomeadamente na cidade-estado Fenícia de Tiro.
As referências a feiras na Idade Antiga e na Idade Média aparecem correlacionadas a festividades religiosas e a dias santos. Nelas se reuniam mercadores de terras distantes, trazendo os seus produtos autóctones para troca por outros. A etimologia da palavra "feira" demonstra que a religião andou de mãos dadas com o comércio. A palavra latina feria, que significa "dia santo ou feriado", é a palavra que deu origem à portuguesa "feira", à espanhola feria e à inglesa fair.
Ler mais...
Feiras anuais no dia 1 de Novembro (feriado de Todos os Santos) na Região Norte
Chaves
Cerdal (Valença)
Caminha
Não se sabe ao certo onde ou quando foi realizada a primeira feira na História. Existam fontes, entretanto, que permitem afirmar que, em 500 a.C., já se realizava essa atividade no Médio Oriente, nomeadamente na cidade-estado Fenícia de Tiro.
As referências a feiras na Idade Antiga e na Idade Média aparecem correlacionadas a festividades religiosas e a dias santos. Nelas se reuniam mercadores de terras distantes, trazendo os seus produtos autóctones para troca por outros. A etimologia da palavra "feira" demonstra que a religião andou de mãos dadas com o comércio. A palavra latina feria, que significa "dia santo ou feriado", é a palavra que deu origem à portuguesa "feira", à espanhola feria e à inglesa fair.
Ler mais...
Feiras anuais no dia 1 de Novembro (feriado de Todos os Santos) na Região Norte
Chaves
Cerdal (Valença)
Caminha
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Mercado das Lavradeiras de Valença
Mercado das Lavradeiras de Valença: Mercado das Lavradeiras de Valença
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Mogadouro: Feira dos Gorazes
Para ver o programa, por favor clique na imagem
A edição de 2011 da Feira dos Gorazes, o grande certame do concelho de Mogadouro, vai decorrer entre 13 e 16 de Outubro. Este ano está prevista a presença de 134 expositores, com muito artesanato, produtos tradicionais e locais, turismo e animação, fazem desta feira uma boa proposta para o seu fim de semana.
Durante a feira e em termos de animação os pontos altos são, a Feira de Artesanto e Turismo, Feira Franca dos Produtos da Terra, festival de folclore, os espectáculos de Rumo Nordeste, Tropikalya Show, Raízes do Minho, Bombocas e na Sexta-feira 14 de Outubro às 10h o Programa Praça da Alegria da RTP irá estar em directo do recinto da feira.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Feiras no feriado de 5 de Outubro de 2011,na Região Norte
A AFMRN-Associação Feiras e Mercados da Região Norte, informa a todos os interessados que foi autorizado pelas respectivas Câmaras Municipais, realização das feiras e mercados no dia 5 de Outubro, feriado nacional, em:
Amarante
Amares
Arcos de Valdevez
Fafe
Peso da Régua
Valença
Vila Nova de Famalicão
Caminha
Carvalhos (V.N.de Gaia)
Cô (Paços de Ferreira)
Desde já a AFMRN agradece a todas estas Autarquias abertura demonstrada para a realização destas feiras neste feriado tão importante no panorama das transações comerciais,neste quadro de crise que todos atravessamos, "VISITEM AS FEIRAS DESTA REGIÃO NORTE, E DISFRUTEM DE UM DIA ESPECIAL".
Amarante
Amares
Arcos de Valdevez
Fafe
Peso da Régua
Valença
Vila Nova de Famalicão
Caminha
Carvalhos (V.N.de Gaia)
Cô (Paços de Ferreira)
Desde já a AFMRN agradece a todas estas Autarquias abertura demonstrada para a realização destas feiras neste feriado tão importante no panorama das transações comerciais,neste quadro de crise que todos atravessamos, "VISITEM AS FEIRAS DESTA REGIÃO NORTE, E DISFRUTEM DE UM DIA ESPECIAL".
sábado, 1 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
1º dia de Feira Semanal no Campo da Feira, 1986
FAFE: INAUGURA EM 1986 FEIRA VANGUARDISTA PARA A ÉPOCA
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
RTP na feira de Barcelos com os emigrantes.
Galo de Barcelos e t-shirts da Seleção são os mais procurados na feira de Barcelos
Local de romaria e de compras, por parte dos emigrantes, são as feiras que, por estes dias de Agosto, se multiplicam um pouco por todo o país. Em Barcelos, por exemplo, realiza-se uma das maiores feiras do norte do país. O vestuário com a bandeira de Portugal e o galo de Barcelos são produtos que continuam a ser muito procurados por quem nos visita
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
FAFE:Câmara autoriza feira no feriado de 5 de Outubro
A AFMRN- Associação Feiras e Mercados da Região Norte, informa a todos interessados que a Câmara Municipal de Fafe a pedido da AFMRN autorizou a realização da Feira Semanal, no dia 5 de Outubro de 2011,Feriado Nacional, conforme EDITAL.
A AFMRN desde já agradece públicamente à Câmara Municipal de Fafe, a autorização para a realização da feira no respectivo feriado.

A AFMRN desde já agradece públicamente à Câmara Municipal de Fafe, a autorização para a realização da feira no respectivo feriado.

sábado, 30 de julho de 2011
Regresso da feira de Vila Nova de Cerveira à Praça da Galiza
Hoje sábado dia 30 de Julho a Feira de Vila Nova de Cerveira regressou à Praça da Galiza,depois de ter sofrido obras de requalificação com um investimento na ordem dos dois milhões de euros,criando o Municipio com estas um espaço mais aprazível para os feirantes e consumidores.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Comunicado: redução das taxas na feira de Peso da Régua
A Associação Feiras e Mercados da Região Norte vem comunicar o seguinte:
Desde 2009, que a AFMRN encetou diversas iniciativas, nomeadamente reuniões, abaixo- assinados e requerimentos junto do Município do Peso da Régua com o objectivo de reduzir as taxas aplicadas à feira do Município.
É pois com muita satisfação que nos apraz saber que foi aprovada em reunião de Câmara no dia 14 de Julho de 2011 uma redução daquelas em 30%, ou seja de 71 cêntimos/m2 por feira passa para 50 cêntimos/m2 por feira.
A AFMRN congratula a atitude do Município do Peso da Régua e que desde já agradece, sublinhando que esta é uma medida de extrema importância, numa altura em que os feirantes à semelhança dos pequenos comerciantes ultrapassam uma crise jamais vivida.
O Presidente da Direcção
Fernando Sá
Desde 2009, que a AFMRN encetou diversas iniciativas, nomeadamente reuniões, abaixo- assinados e requerimentos junto do Município do Peso da Régua com o objectivo de reduzir as taxas aplicadas à feira do Município.
É pois com muita satisfação que nos apraz saber que foi aprovada em reunião de Câmara no dia 14 de Julho de 2011 uma redução daquelas em 30%, ou seja de 71 cêntimos/m2 por feira passa para 50 cêntimos/m2 por feira.
A AFMRN congratula a atitude do Município do Peso da Régua e que desde já agradece, sublinhando que esta é uma medida de extrema importância, numa altura em que os feirantes à semelhança dos pequenos comerciantes ultrapassam uma crise jamais vivida.
O Presidente da Direcção
Fernando Sá
Subscrever:
Mensagens (Atom)



